O Meu Partido Socialista, por Pedro Lima

 

Desde o meu inicio de militância que, no começo, foi pouco activa, desejei ver um PS livre de interesses, um PS capaz de ouvir, um PS que me desse oportunidade de exprimir as minhas ideias e dar opiniões.

 

Tenho de admitir que, cerca de um ano e meio a esta data, após as eleições internas do Partido para a distrital do Porto, a minha participação tornou-se mais activa, integrando mesmo uma lista de delegados pela candidatura de José Luís Carneiro. Graças a este fantástico impulso e às pessoas com quem me envolvi politicamente, a quem só tenho de agradecer, pude começar a tirar as minhas ilações sobre o Partido, conseguindo ver desta forma um Partido com que sempre sonhei, pois era-me permitido fazer intervenções, dialogar e até mesmo opinar sobre assuntos de múltiplos interesses.

 

Perante isto, concluo que o PS deve ser coeso e sem limites, no âmbito da intervenção e cooperação entre militantes e todos aqueles que simpatizem de alguma forma com os ideais do Partido, para que possamos integrar mais camaradas no seio socialista e que estes sintam que o PS é, sem dúvida alguma, uma segunda casa, uma segunda família.

 

Não gostaria nunca de ver um PS dividido por mesquinhice, caciquismo e divergência de opiniões, pois se estas existem não podem servir de maneira alguma para dividir mas sim para chegar a um consenso e unificar.

 

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Da série de artigos “O Meu PS”, escritos por amigos, militantes da Juventude Socialista e/ou do Partido Socialista, que acederam ao nosso convite para reflectirem sobre o presente e futuro do PS.

Pedro Lima é militante do Partido Socialista do Porto e foi Delegado ao XVIII Congresso do Partido Socialista, pela Secção do Viso.

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